Gosto de brincar de analisar e entender as palavras como uma equação matemática, isso, além de saboroso e divertido, nos aprofunda seu significado e a abordagem sinérgica mais adequada nas diversas situações da vida…Perseverança por exemplo, perseverar + esperança = perseverar com esperança. Nesta lógica, podemos avançar na fórmula resistir + eficiência = Resiliência!

O próprio conceito de resiliência deixa claro porque é fundamental desenvolvê-la. O termo herdado da física, diz respeito à propriedade (capacidade) de certos materiais de serem submetidos a pressão e retornarem rapidamente à forma original. É o que acontece com as árvores em dia de ventania, envergam, mas não quebram, com o elástico e tantos elementos e coisas naturais ou produzidas.

Mas um dos melhores exemplos de resiliência é no esporte, o salto com vara. A pressão que o instrumento usado pelo atleta sofre o impulsiona para o alto. Só pratica esse esporte quem tem confiança na própria habilidade, se a pessoa caísse o estrago seria muito grande.

Assim, para ser resiliente é necessário confiar na capacidade que se tem, manter-se motivado e seguir em frente sem olhar para os riscos com receio e sim com a atitude de quem quer e tem de vencer. É uma característica dos fortes, um dos três pilares da nova agenda urbana da ONU para as cidades do século XXI e uma crença valorosa vivida, articulada e trabalhada pela VFAZ-UP.

Vale assim, e muito, entender e praticar a resiliência para a evolução de nosso eu! Aguentarmos e superarmos as inquietações atribuladas da vida, entendendo que é um dia de cada vez e que em nossas vulnerabilidades humanas, temos de caminhar o caminho, indiferente das surpresas da próxima curva, que poder ser hoje, agora! E assim também contribuir como líder resiliente, a entender e desenvolver as vulnerabilidades das pessoas que relacionamos para melhorar a produtividade e qualidade de vida sistematicamente.

Se em cada conflito, problema, por maior que seja, gerado por uma crise externa ou interna o líder balançar, desequilibrar, reagir na raiva da emoção primária do momento, corre o risco de se inviabilizar e até cair!  É preciso lembrar que há situações que são cíclicas, assim, o vendaval vai passar. É necessário acreditar no propósito de vida profissional e na missão da entidade ou empresa para ser resiliente e prosperar no amanhã.

Na política, a resiliência é condição de sobrevivência.

A pressão vem de todos os lados, de interesses difusos com motivações diversas, de outros homens públicos, partidos da base aliada e oposição, imprensa, sindicatos, população nos diversos setores sociais… Tem de se buscar todo dia o equilíbrio da governança e governabilidade. É preciso muita serenidade, coragem, firmeza, sabedoria e resiliência para apenas envergar e não quebrar. Explodir nesses momentos pode colocar tudo em risco.

O verdadeiro líder, tem de focar no propósito da visão maior da missão e evoluir para a prosperidade, dia a dia para constituir seu legado.

Resiliência pode e PRECISA ser desenvolvida

Falar sobre resiliência é motivador, mas nem sempre é simples colocá-la em prática. É realmente um desafio ser forte e aproveitar para pensar em alternativas para aproveitar a pressão como impulso para chegar mais alto, tal qual o atleta do salto com vara. A boa notícia é que é possível trabalhar essa característica.

No blog da VFAZUP já falamos sobre coaching com suas ferramentas e técnicas para desenvolver a resiliência e outras características importantes em vários pontos da vida. E a CHAVE da gestão e do desenvolvimento. Antes, um CHA: conhecimento, habilidade e atitude bastava. Só que com as mudanças cada vez mais velozes desta nossa era, tornou-se CHAVE, em que a velocidade e entrega tornam-se questão de sobrevivência também. Nesse cenário, em que a pressão faz parte, existe uma característica que o profissional precisa ter ou desenvolver: Resistir com eficiência, a resiliência, vale para as pessoas, empresas e instituições públicas também!

Conte com a VFAZ-UP contribuir no desenvolvimento da gestão resiliente!

Vladimir Azevedo

Escrito por

Economista, Coaching Self Professional pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC/SP, sócio-diretor da VFAZUP

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